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Sábado, 06 de Junho 2026
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Lei determina que, na matrícula, seja apresentada atualização vacinal em todas as escolas

Estado reforça importância da vacinação dos alunos antes do início das aulas. Período é propício para transmissão de doenças

PvaiNews
Por PvaiNews
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Lei determina que, na matrícula, seja apresentada atualização vacinal em todas as escolas
São 11 vacinas para crianças e adolescentes, todas gratuitas pelo SUS do Paraná. Foto: Gilson Abreu/Arquivo AEN
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CURITIBA (AEN) - Com a proximidade do início do ano letivo, em fevereiro, a Secretaria da Saúde do Paraná (Sesa) reforça a importância de pais e responsáveis verificarem e atualizarem a caderneta de vacinação de crianças e adolescentes.

A recomendação ocorre a menos de 15 dias do retorno às aulas e tem como objetivo garantir a proteção dos estudantes e de toda a comunidade escolar do Paraná.

O período de volta às atividades é marcado pelo aumento da circulação de viroses e pelo retorno da convivência em ambientes fechados, o que favorece a transmissão de doenças imunopreveníveis.

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Ambientes escolares favorecem a circulação de agentes infecciosos como vírus respiratórios, causadores de doenças diarreicas, infecções pneumocócicas e até meningites.

A vacinação em dia reduz significativamente o risco de surtos e contribui para a diminuição de faltas escolares, internações e complicações graves.

Atualmente, o Calendário Nacional de Vacinação contempla 11 vacinas destinadas a crianças e adolescentes, todas disponibilizadas gratuitamente nas salas de vacinação do Sistema Único de Saúde (SUS) em todo o Paraná.

Além de uma medida de proteção individual, manter o esquema vacinal em dia representa um compromisso com o bem-estar coletivo e atende à Lei Estadual nº 19.534/2018, regulamentada pela Instrução Normativa Conjunta nº 01/2018 – da secretaria estadual da Educação (Seed) e da Sesa. A normativa estabelece que alunos de até 18 anos devem apresentar, no ato da matrícula ou rematrícula, a declaração de atualização vacinal em todas as escolas do Paraná, públicas e particulares, que ofertem educação infantil, ensino fundamental e ensino médio.

De acordo com o secretário estadual da Saúde, Beto Preto, o ambiente escolar é caracterizado pela intensa circulação de crianças, adolescentes e adultos, o que aumenta o risco de transmissão de doenças. 

“É fundamental que pais e responsáveis garantam que os estudantes retornem às aulas com a vacinação em dia. A imunização contribui para a redução de contaminações, prevenindo afastamentos, internações e complicações graves, além de proteger toda a comunidade escolar”, afirma.  

 

PROTEÇÃO CONTÍNUA 

 

A Sesa reforça, ainda, que ações de educação em saúde, voltadas à imunização, devem ser desenvolvidas pelas escolas em parceria com as secretarias municipais de saúde, ao longo de todo o ano, com intensificação no início do período letivo.

 

Entre os imunizantes ofertados estão:

 

* Difteria, tétano e coqueluche (DTP) (4 anos) - reforço contra difteria, tétano e coqueluche

* Varicela (4 anos) – previne catapora

* Febre Amarela (4 anos) – previne febre amarela

* Influenza (menores de 6 anos) - protege contra formas graves de influenza

* Covid (menores de 5 anos considerando histórico vacinal) - protege contra formas graves de infecção por covid-19

* HPV na rotina – (9 a 14 anos) - protege contra tipos de câncer e verrugas genitais

* HPV resgate – (15 a 19 anos) - protege contra tipos de câncer e verrugas genitais

* Meningocócica ACWY (11 a 14 anos) – protege contra meningites

* Hepatite B (considera histórico vacinal) – protege contra doença viral que afeta o fígado

* Tríplice Viral (considera histórico vacinal) – contra sarampo, caxumba e rubéola

* Dupla Adulto (dT) (reforço a cada 10 anos) – reforço contra difteria, tétano e coqueluche

* Dengue (10 a 14 anos) - protege contra formas graves de dengue.

 

ATENÇÃO ESPECIAL AOS ADOLESCENTES 

 

A partir da pré-adolescência, o calendário prevê vacinas específicas, como a do HPV e a meningocócica ACWY. 

A vacina contra o HPV, atualmente em dose única, apresenta boa adesão, e o Ministério da Saúde prorrogou até o primeiro semestre de 2026 a estratégia de resgate para jovens de 15 a 19 anos que não receberam o imunizante na idade recomendada.

A vacinação contra a dengue também segue disponível para adolescentes dentro da faixa etária preconizada, reforçando a importância da segunda dose para garantir a eficácia do imunizante.

 

FONTE/CRÉDITOS: Da Redação, com AEN
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